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Blog Arte e Ciência
por Stevens Rehen


Stevens Rehen é neurocientista, especializado em pesquisas com células-tronco.

Diretor de pesquisa do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e professor titular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.

Também é Membro do Comitê Científico do Museu do Amanhã, Membro do Conselho Científico do Instituto Serrapilheira, Membro da Câmara Técnica para Terapias Avançadas da ANVISA, Embaixador ASAPbio, Chair do Comitê Brasileiro da Pew Charitable Trust Latin American Program in the Biomedical Sciences, Membro da Academia de Ciências da América Latina e Membro Afiliado da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS).






Vai trocar seu cartão de crédito e chaves por um chip subcutâneo?
Por: Stevens Rehen em 08/12/2017


Há alguns dias houve muita repercussão na internet sobre Josiah Zayner, ex-funcionário da Nasa, que – em uma demonstração pública – injetou CRISPR no próprio corpo, na expectativa de aumentar seus músculos.

A empreitada aumentou a curiosidade popular sobre a “tribo” dos biohackers.

Vale lembrar que tem gente “injetando” tecnologia em si mesmo há bastante tempo.

Aliás, um dos primeiros a fazê-lo foi Eduardo Kac, em 1997 (http://www.ekac.org/folha/ff111130.htm).

Participei de um debate com Eduardo no MAR, e pude aprender mais sobre o trabalho desse incrível artista brasileiro (http://www.ekac.org).

Além do seu uso em manifestações artísticas e de contracultura, biohacking é um negócio em expansão, com potencial de revolucionar a medicina no futuro.

A médio prazo, poderá alterar a maneira como são realizadas transações comerciais e segurança no ambiente digital.

Amal Graafstra, cuja empresa tem o nome sugestivo de “Coisas Perigosas” (https://dangerousthings.com), oferece uma série de devices implantáveis para todos os gostos.

E você, será que um dia também vai trocar seu cartão de crédito e chaves por um chip subcutâneo?










   
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